O Orkut caiu na graça do brasileiro. Hoje, fala-se menos dele, não está mais no seu auge, mas mesmo assim grande parte dos brasileiros tem um perfil cadastrado neste site de relacionamentos. A proposta inicial do site era baseada no “Quem você conhece?”, querendo provar que a cada cinco contatos seus, um se relacionava com um conhecido.
O Orkut aproximou muita gente, fez colegas antigos de escola se encontrarem novamente, reatarem aquela amizade pura e linda dos tempos mais remotos que sua lembrança pode alcançar; fez com que colegas de profissão achassem ali interesses parecidos e pudessem colocá-los em prática gerando oportunidades de trabalho, relacionamentos profissionais; fez com que estranhos entrassem numa comunidade com uma característica comum entre todos os participantes como aqueles que “dormem mais cinco minutinhos” ou “adoram gordinhas” formassem casais de namorados e até famílias.

No Orkut, você pega mulher. O Orkut também pega mulher.
Mas como a combinação brasileiro + qualquer coisa não raro acaba em desastre, muita coisa de ruim você pode encontrar por lá, como por exemplo comunidades de torcidas organizadas promovendo confrontos, crimes diversos sendo planejados através do site e até mesmo gente interessada em roubar perfil do orkut alheio, roubar comunidades, difamar pessoas com isso e até mesmo extorção.
Numa pequena série de posts falarei sobre estes três sub-tópicos: ferramentas úteis, ferramentas inúteis e ferramentas perigosas para o Orkut, não tão em voga como antes, mas vivo e funcional como sempre. ‘And counting’, como diria o Google.
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